Conhece-te.

 

Quem nunca ouviu a famosa frase do ilustre filósofo Sócrates “conhece-te a ti mesmo”? Acho que todo mundo.

Essa frase é muito mais profunda e densa do que podemos supor. O significado dela poderia gerar muitos posts, mas, para não ficar cansativo e nem muito extenso tentarei ser bem objetiva nesse texto.

Quando nós desconhecemos a nós mesmos a vida parece muito mais complicada de ser vivida. Os conflitos internos são constantes. As exigências que fazemos sobre nós e sobre os outros, geralmente, ultrapassa o limite da normalidade. As oscilações de humor passam a fazer parte do nosso dia a dia e qualquer problema vira uma tempestade.

Sabe por quê?

Porque nós não reconhecemos nossos valores, não temos a consciência de nossas convicções de forma clara sobre a vida, perdemos o controle fácil e queremos recuperá-lo a qualquer custo, só que não sabemos por onde.

A medida que começamos a parar e a refletir sobre nossas escolhas, nossas renúncias, nossas crenças iniciamos o processo de autopercepção e de entendimento sincero de quem somos. Com o decorrer desse processo vamos ficando cada vez mais consciente das nossas atitudes e compreendemos a razão de estar e ser que nos molda e orienta nossos passos na vida.

E ao encararmos sem máscaras o que estamos fazendo conosco e comparamos com o que, de fato, nos importa podemos iniciar a mudança interna capaz de nos elevar a outro patamar de nossas vidas. Uma mudança consciente, elaborada e questionada é duradoura e positiva, dificilmente voltaremos a recorrer as atitudes sabotadoras que tinhámos e certamente prosseguiremos rumo a nossa busca e evolução da nossa melhor versão.

Todo esse processo pode ser facilitado com a orientação profissional de um psicoterapeuta ou podemos seguir sozinhos -será mais difícil e custoso emocionalmente- passando a pensar, questionar e decidir cada uma das nossas ações e emoções vivenciadas no cotidiano.

Eu posso afirmar que vale a pena. Não é fácil, porém, o resultado é maravilhoso. Nós podemos ser muito melhor e podemos também continuar vivendo em conflito com o pouco que sabemos sobre nós. A escolha é de cada um e a vitória também.

Concluo o texto de hoje lhe perguntando:

Se tirar as suas emoções, os seus desejos, os seus medos, os seus sonhos, a sua profissão, sair do contexto familiar e restar apenas a sua essência, quem é você?

Boa reflexão.

Luz na caminhada.

E então, gostou? Me diga aqui no comentário.

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