Chile e seus tremores

Visitamos o Chile no ano passado. Conhecemos pouco ainda da América do Sul e Buenos Aires por ser um destino já sabido resolvemos buscar outro interessante, não muito caro e com bons pontos turísticos naturais e históricos para conhecermos.

A época era abril, então, a neve ainda estava chegando, mas o friozinho já se apresentava deliciosamente (eu amo frio!).

Não seguimos as dicas dos amigos que tinham acabado de voltar e não levamos dinheiro na moeda local, fomos apenas com reais, primeiro estresse: taxistas não aceitam real! Tivemos que trocar na casa de câmbio do aeroporto, o que foi um péssimo negócio, lógico. Fica a dica: leve o dinheiro para o táxi na moeda local.

Nos hospedamos no Solace Hotel, localizado na Providencia, um bairro próximo ao Centro (a uma estação de metrô). O hotel tem uma estrutura ótima, acomodações amplas, excelente lounge bar, café da manhã delicioso, e, o melhor de tudo: resistente a abalos sísmicos (terremotos). E nós sentimos isso na pele. Um tremor em Valparaíso, reverberou até Santiago e foi uma sensação horrível.

Essa é a vista panorâmica que temos do terraço do hotel.

Quanto a alimentação, no bairro em que ficamos não tem muita variedade de culinária, basicamente, encontramos ceviche, frutos do mar, empanadas e massa. Encontramos o Vapiano, que é o conceito do Spolleto, você escolhe uma massa e os ingredientes dela. Só que é um milhão de vezes melhor!!!! Não é caro, o atendimento é ótimo, instalações amplas e aconchegantes, e, o sabor divino!

O ceviche, geralmente, de peixe branco também é muito saboroso e você encontra ao longo da avenida principal em diversos pubs e restaurantes.

Agora, a centolla, que é um tipo de caranguejo gigante, o meu marido comeu no El Galeon, lá no mercado municipal, que detestou. Estava cru, veio frio, e, caríssimo. Eu detestei o atendimento de lá, não gostei de nada que os garçons ofereciam e enquanto pensava eles reclamaram da minha demora e me deixaram falando sozinha. Resultado: não pedi nada de tanta raiva!

Comemos também no restaurante Giratório, antigo, sem graça, e a vista não tem nada demais. Caro, com poucas opções variadas e não gostei. A vista do hotel era muito melhor.

Sobre o meio de transporte que usamos foi apenas metrô e a pé mesmo, táxi na chegada do aeroporto para o hotel (na verdade um van porque o taxista que fica na porta de saída oferecendo queria nos dar um golpe e desistimos dele.) Para irmos de volta ao aeroporto fomos de Uber mesmo.

Uma dica: compre o chip pré-pago da operadora Woo que vende lá no metrô para poder utilizar a internet no celular é barato e funciona direitinho.

Compras nunca é o nosso intuito principal nas viagens, lá compramos vinhos, pois, a qualidade é excelente e os preços bem baixos. Mas, cuidado com a empolgação para não se excederem e terem que pagar excesso de bagagem como nós durante a volta. Os melhores preços que encontramos foi no mercado Jumbo, lá no shopping Costanera Center, além de vinhos tem vários livros legais com ótimo preços também. Como adoramos passear em mercados, ficamos horas por lá e trouxemos vinhos, livros, chocolates e utensílios para cozinha. Nem dá vontade de vir embora. Ah! Voltamos de metrô também para o hotel.

Os passeios fizemos pela casa de câmbio, que oferece os passeios, SomosTour. Os atendentes são ótimos, educados, gentis e os preços são moderados. Começamos pela Cordilheira dos Andes, onde pudemos sentir um friozinho de 0º lá no alto (e olha que ainda não tinha muita neve). As estações de esqui estavam sendo preparadas para a temporada iminente, passamos por elas para apreciar a paisagem.

Em seguida, fomos conhecer a vinícola Concha y Toro, um lugar belíssimo, com guias simpáticos, deliciosas degustações e paisagens encantadoras.

Depois fomos passear pelo centro de Santiago, conhecer alguns parques e desbravar os arredores do hotel. Um passeio bem tranquilo, com belas paisagens, algumas lojinhas interessantes, jardins muito bonitos e ambiente bem agradável para passear e conversar.

Assim terminamos a nossa história do Chile.

Arrume as malas!

Boa viagem!

Um comentário

  1. Luiz Shigunov

    O ceviche de lá é muito bom! E tem em todo lugar mesmo. Comi ceviche quase todos os dias! kkkk

    E o terremoto foi só pra dar uma adrenalina. Sentir o quarto balançar é muito louco!

E então, gostou? Me diga aqui no comentário.

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