Conversas a dois

Relações Destrutivas

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Algumas pessoas vivem presas a relacionamentos altamente destrutivos.

Dias desses, ouvi no rádio um caso bem triste, a mulher, de 33 anos, havia conhecido um homem de meia-idade, no qual se apaixonou. Em cinco meses eles namoraram, noivaram e casaram. A família dela não apoiou, pois, o homem aparentava ser muito ciumento e eles acharam que o tempo foi muito curto para que ela tomasse uma decisão tão séria quanto o casamento.

Passaram-se dois anos e, hoje, ela não suporta mais esse casamento. A família não tem contato com ela, pois, o marido a impede de falar com eles. O marido também a proíbe de sair de casa sem a companhia dele, ela não pode trabalhar, não pode conversar com os vizinhos, amigos então, nem pensar. Ele também não gosta de sair, não viajam, não passeiam, não vão ao cinema, praticamente, só ficam em casa!

Obviamente, ela não suporta mais essa relação, pois, infelizmente, se deparou com a dura realidade já prevista por seus familiares.

Entretanto, ela não consegue sair dessa relação, por medo, por comodismo, não sei. Então, me pergunto: “Como o ser humano se deixa controlar pelo medo de tal forma que prefere à infelicidade do que o desconhecido?”

Quantas mulheres e homens não vivem presos a relacionamentos falidos?
Quantas pessoas não estão infelizes em relações autodestrutivas e nem se dão conta disso?
Quanta vida não está sendo desperdiçada?

É triste pensar e saber dessas histórias. Saber que vidas estão sendo desprezadas por pessoas que não aceitam a crítica dos outros, quando lhes mostram o quão infeliz é a situação na qual se aprisionaram, que não procuram ajuda profissional com uma terapia, por vergonha, orgulho, vaidade ou sabe-se lá o porquê.

Por isso, quero deixar uma mensagem para você que está em uma relação infeliz: “Liberte-se! Ainda está em tempo. Vá ser feliz, pois, você merece. Errou? Sim, errou. Mas, quem não erra nessa vida? Não se culpe. Não condene a sua vida a ser infeliz, amargurada, triste, deprimida, solitária, humilhada. Você não merece isso. Não merece.”

Luz na caminhada!

Um comentário

  • luizshigunov

    Eu não sei como alguém aguenta tanto tempo uma situação dessas. Deve ser o medo da mudança que paralisou essa pessoa. Ela tem tanto medo do desconhecido que prefere deixar tudo como está. Mesmo que o estado atual seja muito ruim. É triste mesmo. Eu felizmente não sou assim.

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