Laços de Família

Feliz Dia das Mães

 

Hoje é o dia que escolheram para celebrar – de uma única vez – a preciosidade que é ser mãe.

No Brasil, essa data foi estipulada por Getúlio Vargas em 1932, com o intuito de oficializar um dia para homenagear todas as mães do nosso país. No fim do texto deixo um link de referência sobre a origem desse dia em outros locais.

Só que mãe é todo dia né? A cada segundo da sua vida, mãe é mãe.

Essa é a segunda homenagem que o blog faz a este dia especial, por isso, quero dedicar o meu texto a duas mães a quem admiro muito.

A primeira delas vou chamar de Nina, por volta dos seus sessenta anos, professora aposentada e tem filha única já adulta. A segunda, a quem chamarei de Sol, é uma jovem mãe, de vinte e poucos anos, com seu filho único prestes a completar três aninhos.

Elas possuem muitas coisas em comum: ambas trabalham com educação infantil, sempre sonharam em ser mães, realizaram esse sonho aos seus vinte e poucos anos, possuem somente um único filho e, o mais importante, dedicam o melhor de si a eles sempre.

Nina, sem dúvida é um exemplo de mãe, faz por sua filha tudo aquilo que está ao seu alcance, e sempre dá um jeito de consegui fazer também aquilo que não está. Criou sua filha como sua melhor amiga, e, dessa criação surgiu uma amizade muito forte entre elas. Sua filha confidencia absolutamente tudo que se passa em sua vida com Nina, não há pudores, falso moralismo e nem assuntos proibidos entre elas. Tudo é conversado e compartilhado. Nina, além de ser uma excelente mãe, é uma esposa exemplar, que enfrentou muitas dificuldades para manter a união e a harmonia de sua família. Seu instinto maternal é característico desde criança, como segunda filha de uma família de sete crianças, Nina, por muitas vezes, era responsável por cuidar dos irmãos menores. Uma filha de ouro, que só deu orgulho aos seus pais. Sabe aquela filha que nunca, isso mesmo, NUNCA, deu uma resposta malcriada a seus pais, nem falou alto e muito menos lhes faltou com respeito? Essa é Nina, uma filha como eu nunca conheci outra igual. Seu relacionamento com a maternidade, como já disse, veio desde sua infância, após crescida, com o nascimento de sua filha, esse sentimento somente aumentou. Em seguida, nasceram os sobrinhos e a afilhada. E, Nina, sempre foi considerada o referencial materno para suas irmãs, que recorriam a ela para aprender a como fazer os primeiros cuidados com seus bebes.

Sol, considero um outro exemplo de mãe, ela descobriu sua gestação pouco tempo depois que sua mãe faleceu de forma inesperada. Durante um momento de tamanha dor, ela foi surpreendida com a melhor notícia que recebeu até hoje, sua gravidez. No começo não foi fácil, pois, ela morava em um outro Estado com seu marido longe de familiares, e, precisava encarar esse momento sozinha. Mas, Deus colocou bons anjos em seu caminho, amigas que lhe confortaram e foram suas grandes parceiras. E, assim, chegou o dia do nascimento de seu filho, um dia de muita alegria e felicidade. Após alguns meses, ela junto com seu marido e o filho retornaram ao seu Estado, ficando próximo à família. Ela, que precisou interromper sua faculdade de pedagogia, decidiu que conseguiria cuidar do seu filho e também teria sua própria renda. Então, nos preparativos da festa de um aninho de seu filho, ela descobriu mais um lição que sua mãe lhe tinha deixado: o talento para o artesanato. E, de forma, surpreendente e totalmente empreendedora, Sol, hoje tem seu atelier próprio e vê seu negócio prosperando a cada dia. Trabalhando em casa, ao lado do seu filho ela consegue repetir tudo aquilo que aprendeu com sua mãe.

Para mim, MÃE, é como Nina e Sol, mulheres que enfrentam todas as dificuldades da vida de cabeça erguida, com firmeza, dedicação e amor, dando o melhor de si aos seus filhos, amando, cuidando, zelando e criando pessoas de bem, pessoas que tornarão esse mundo melhor, com mais amor, tolerância e paz.

A vocês duas e a todas as mães desejo um FELIZ DIA DAS MÃES.

 

Link: http://www.suapesquisa.com/historia_dia_das_maes.htm

2 Comentários

  • luizshigunov

    Bonito texto 🙂 Eu acho essa coisa de dia das mães, dia dos pais, etc uma bobagem. Pra mim todo dia é dia da mãe, do pai, etc. O filho fica longe o ano todo e no dia das mães leva ela pra almoçar fora. Restaurantes lotados, filas e mais filas. Imagina como a mãe deve gostar disso. Melhor ser filho bom o ano inteiro 🙂

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