A prática da solidariedade.

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Fazer o bem faz bem como conversamos no post (O bem sempre volta), se lembram?

E é curioso como essa onda do bem é forte e arrebata as pessoas sintonizadas nessa mesma vibração da prática da solidariedade.

Dias desses, uma amiga compartilhou um post no facebook de uma moça que estava arrecadando donativos para um abrigo de crianças e adolescentes com deficiência. Deste simples post, eu, outra amiga e minha mãe abraçamos essa campanha junto com outras pessoas. E não parou por aí, essa onda reverberou formando um grupo no facebook, chamado Unidos pela Solidariedade, contido de pessoas simples como eu e tantas outras afins de simplesmente praticar o bem.

A partir daquela campanha, me envolvi em outra causa (sobre uma associação beneficente para crianças autistas na baixada fluminense que corre o risco de ter que encerrar suas atividades por conta da verba não repassada pela prefeitura) e assim, sem perceber, já consegui contribuir um pouco para ajudar a tornar mais feliz a vida de outras pessoas.

Eu e essas minhas duas amigas conversávamos sobre a disparidade que escutamos de muita gente ao dizerem o quanto gostariam de ajudar o próximo, mas não o faz porque não conhece ninguém, nenhum lugar que precise e nem sabe como fazer. Então, quando divulgamos essas campanhas, estas mesmas pessoas se quer ajudam na propagação nas redes sociais (curtindo ou compartilhando), simplesmente, passam direto. Fingem que não é com elas.

Não consigo pensar assim. Acho que toda vez que consumo algum item (vestuário, acessório, alimento, celular, livro, objetivo de decoração etc) que não preciso, que não faz diferença nenhuma na minha vida e logo vou descartá-lo acabo contribuindo para a desigualdade no mundo e ajudo a poluir ainda mais o planeta.

Contudo, quando pratico o consumo consciente, colaboro comprando aquele doce que a moça da vendinha perto de casa produz e vende para ajudar na renda familiar, quando economizo água mesmo sabendo que tem tantos por aí que ainda lavam suas calçadas todas as manhãs com mangueira aberta, quando não coloco mais comida em meu prato no self-service além do que conseguirei comer e terei que desperdiçar, quando prestigio o comércio local do meu bairro para fazer aquela compra de pequenos itens durante a semana, quando busco uma causa social e contribuo, quando compartilho uma campanha de ajuda ao próximo nas minhas redes sociais e quando converso sobre a prática da solidariedade com alguém eu acredito que estou fazendo minha parte para tornar esse mundo melhor. Estou começando por mim a mudança que desejo para o mundo.

Pensando sobre tudo isso, chego à conclusão de que quando há um desejo real dentro de nós de retribuir a vida tudo de bom que recebemos, sempre encontramos um lugar e alguém a quem ajudar.

Por isso, hoje queria te fazer essa pergunta:

“Você deseja tornar esse mundo melhor? Se sim, o que vem fazendo para que isso aconteça?”

Não pense que é só ajuda financeira que pode realizar, a sua voz é muitas das vezes mais poderosa do que o dinheiro.

O apoio divulgando campanhas, causas, propagando justiça, bondade, fé, consciência social pode fazer (e muito) a diferença para melhor.

Se você quiser começar eu indico no final deste texto o grupo do qual citei anteriormente e deixo aqui outra dica: converse sobre essa vontade com outras pessoas, porque a energia que você vibra vai atrair outras pessoas na mesma sintonia de amor e paz.

Luz em nossa caminhada!

 

Grupo Unidos pela Solidariedade: https://www.facebook.com/groups/520529608095187/

Um comentário

  1. Muito bem dito. Tem muita coisa que se pode fazer para ajudar sem que seja financeiramente. Claro que se puder ajudar com dinheiro também é muito importante. O que não pode é não ajudar 🙂

E então, gostou? Me diga aqui no comentário.

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