Dica de leitura: Trinta e oito e meio.

Eu confesso que só passei a gostar da Maria, a autora, quando comecei a acompanhá-la pelo programa Saia Justa do GNT. A sua autenticidade combinada com o seu humor ácido e destemperado me conquistou de vez.

Quando comecei a ler o livro dela, percebi que aquela mulher que acompanho toda quarta-feira a noite pela minha TV tem ainda uma menina frágil e muito firme em seus valores dentro dela. Li duas vezes consecutivas o livro e suas crônicas, porque achei um absurdo acabar tão rápido!

A sensação de estar em um bate-papo com amigas vendo o Saia Justa foi a mesma que senti lendo cada crônica, senti as alegrias e as tristezas escritas por ela naquelas páginas cheias de vida, de amor de mãe, de amiga, de esposa, de irmã, de atriz, mas, o amor mais latente que me fez arrepiar foi o amor de filha por seu pai descrito em vários momentos, em crônicas diretas ou indiretas. Um amor muito bonito de ler e imaginar os passeios, mergulhos e brincadeiras na casa de Angra apresentado por ela.

Conheço muitas pessoas que não gostam da Maria, e, a essas pessoas deixo um desafio: leia Trinta e Oito e meio. Eu du-vi-do que você continue não gostando dela. É impossível, a Maria é encantadora e fascinante.

Deixo aqui meu agradecimento por ter exposto sua vida pela forma mais bonita e transparente que considero existir, as Crônicas, pois, por meio delas a gente se despe dos medos, das vaidades, do ego e da melancolia usando as palavras para revelar a nossa mais profunda cor.

Minha avaliação: Um livro que vale ler e reler só para nos fazer sorrir e chorar.

E então, gostou? Me diga aqui no comentário.

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